Thursday, February 15, 2007

No words, no love, no feeling.

Não te lembras de mim. O teu tempo passa como passam as nuvens apressadas. Mas elas ficam se assim lhes apetece.
Vais correndo porque não podes parar. Toda a gente espera mais de ti. Toda a gente a toda a hora. Vives para eles na tua perfeita racionalidade.

Sorrio a trsiteza porque oiço os ponteiros bater e não te lembras de mim.
Não perguntas pela cor dos meus sorrisos. Não te interessa se existem nem de onde vem.
Interessa-te a tua responsabilidade, o teu cansaço que me é sempre tão superior.

...

Sinto que contigo devo e tenho que castrar os meus sentimentos.

Até quando? - Até quando?
é inversamente proporcional.

Tu

Vou sentar-me aqui, nesta cadeira de palha. Vou vestir-me da estampa de ha dez anos.
Vou olhar lá longe à paisagem que nao muda. Serena.
Vou esperar aquilo que não vem. Anestesiada.

Não vem - não há-de vir.
É o corpo que a maré não trouxe. É a esperança que existe para lá da possibilidade.

Manda a vontade.

Eu so queria amar-te menos.
Mas o que é isso do amar-te menos? Existirá o amar mais ou amar menos? Ou é apenas um vago universo onde não ha escala de comparação?

Essa escala existe - vagamente. Conscientemente sei dizer que te "amo mais" que me amo a mim. Que te amo mais que me amas a mim, mas que te amo menos que te amas a ti.

Quando amo, amo.
Quando quero, quero.
Quando digo, digo.
Quando penso, penso.
Não ha entraves, não ha impossiveis. Manda a vontade.

Monday, February 05, 2007

hate you

Não há nada melhor que saber que a pessoa que tanto odiamos tenha quem tanto a odeie.

I just call to say I hate you

so me apetece segredar-te ao ouvido "apodrece minha grande cabra".

Thursday, February 01, 2007

que sim

diz que sim, que sou feliz!