Histórias de maquinas felizes
Depois de meses a adiar o inadiavel, hoje foi dia de ir com a versao digital da Maria ao médico/ mecanico...ou como lhe queiram chamar. Sr esse, digno de uma estátua. Um verdadeiro "pai" para as minhas maquinas...ou para aquelas que tiveram a sorte de por ele terem sido acarinhadas.
Lembro-me que geralmente saiam de la sempre mais alegres e com bom aspecto do que quando para lá entravam. E a Maria foi a prova viva disso mesmo.
Infelizmente os anos dourados da Maria acabaram-se.Hoje foi posta á margem e é na prateleira de uma estante onde aguarda por melhores dias....
A historia da Maria com o Sr. Doutor, que é mais que um pai para ela, é uma historia engraçada, ternurenta e que nunca me canso de contar.
A Maria teve uma infancia feliz. uma vida inteira acarinhada pela pessoa que eu sempre sonhei que me acarinhasse a mim. A Maria era o motivo dos sorrisos dele, era ela que recebia toda a atençao e proteccao dele. era uma maquina muito bem educadinha... e desde cedo foi apelidada de Maria Emilia e feliz contemplada depois com o apelido do dono.
Uma maquina histórica que viu coisas importantes e viajou para locais onde eu mesma nunca estive. A maria esteve no Shaara, a maria passeou pela europa...e a maria viu cair a estatua de Saddam na ultima guerra do golfo. A Maria era uma lenda e inda para mais o mito de uma maquina que sempre sonhei vir a ter.
Adoptei a Maria e tirei-a dos braços do antigo dono que apenas me alertou para um pequeno problema nela existente.
A Maria conheceu o "pai" num belo dia em que o"pequeno problema" deixou de ser "pequeno". Tratou da Maria e tratou da lente que com ela o foi visitar. Ao fim de semanas de volta da Maria, o "pai" lá descobriu que a sua dor de cabeça era afinal um pequeno botãozinho onde a luz interna se ligava e desligava. Pobre Maria... que dona tão desnaturada a dela... valeu-me toda a experiencia, honestidade e simpatia deste Sr. em ter-me apenas cobrado uma horita da sua dedicação.
Esta atitude valeu-lhe a fã e cliente assidua que hoje sou. E é a pessoas assim que não me importo nada de fazer publicidade!
Hoje ia nervosa. Ia deixar nas mãos deste mestre a minha "versão digital" da maria... (uma desgraçada que nem nome tem apesar de todo o bem que me tem feito) anda com falta de apetite fotografico...
Vagarosamente subi degrau-a-degrau de cada uma daquelas velhas escadas de madeira. O prédio é antigo, e até se chegar ao segundo andar muita madeira há-de ranger. Finalmente lá me deparo com a velhinha e estreita porta de madeira com vidros foscos que pouco nos querem mostrar. O som (ainda que suspenso) de uma campainha deixa antever a minha presença.
Sou imediatamente bem recebida. O "pai" das minhas maquinas reconhece-me,talvez pelas horas que já passou diante dos meus "pequenos tesouros".
Com toda a paciencia, e uma vez mais lá andou de volta dela. Não tinham ainda tido oportunidade de se conhecerem. Ela sem grande vontade para a fotografia lá ia disparando e gravando as fotografias...lá faz aquilo que lhe mandam, mas a má vontade é tanta que o faz bem devagarinho.
A verdade é que desta vez o pai "nao quis" tratar dela, julgando-se incapaz de a compor.
E que triste que fiquei! Nem queria acreditar... depois de horas atras em conversa ter dito a um amigo que mesmo que um dia o "pai" fechasse a loja eu continuaria sempre a bater á sua porta em troca de atenção para com as maquinas... e é um "nao" redondo que acabo de ouvir.
Autentica Maggie depois de um "não" de Frankie.
OK. Altura de por em pratica o plano "B". Explicar ao senhor que não há lugar nenhum onde possa alojar a minha maquina e ter consequentemente um sono descansado. Lugar nenhum onde possa deixa-la tendo a certeza da destreza que irá desempenhar no futuro. Enfim...o choradinho que fez o "pai" mudar de ideias.
Sexta feira é dia de deixa-la entregue e rendida aos cuidados do senhor. E aposto que vem de lá Feliz como todas as suas irmãs.
Enquanto isso espero as vossas sugestoes em busca de um nome catita para ela...coitada que bem mereçe e bem tem trabalhado para tal...
Lembro-me que geralmente saiam de la sempre mais alegres e com bom aspecto do que quando para lá entravam. E a Maria foi a prova viva disso mesmo.
Infelizmente os anos dourados da Maria acabaram-se.Hoje foi posta á margem e é na prateleira de uma estante onde aguarda por melhores dias....
A historia da Maria com o Sr. Doutor, que é mais que um pai para ela, é uma historia engraçada, ternurenta e que nunca me canso de contar.
A Maria teve uma infancia feliz. uma vida inteira acarinhada pela pessoa que eu sempre sonhei que me acarinhasse a mim. A Maria era o motivo dos sorrisos dele, era ela que recebia toda a atençao e proteccao dele. era uma maquina muito bem educadinha... e desde cedo foi apelidada de Maria Emilia e feliz contemplada depois com o apelido do dono.
Uma maquina histórica que viu coisas importantes e viajou para locais onde eu mesma nunca estive. A maria esteve no Shaara, a maria passeou pela europa...e a maria viu cair a estatua de Saddam na ultima guerra do golfo. A Maria era uma lenda e inda para mais o mito de uma maquina que sempre sonhei vir a ter.
Adoptei a Maria e tirei-a dos braços do antigo dono que apenas me alertou para um pequeno problema nela existente.
A Maria conheceu o "pai" num belo dia em que o"pequeno problema" deixou de ser "pequeno". Tratou da Maria e tratou da lente que com ela o foi visitar. Ao fim de semanas de volta da Maria, o "pai" lá descobriu que a sua dor de cabeça era afinal um pequeno botãozinho onde a luz interna se ligava e desligava. Pobre Maria... que dona tão desnaturada a dela... valeu-me toda a experiencia, honestidade e simpatia deste Sr. em ter-me apenas cobrado uma horita da sua dedicação.
Esta atitude valeu-lhe a fã e cliente assidua que hoje sou. E é a pessoas assim que não me importo nada de fazer publicidade!
Hoje ia nervosa. Ia deixar nas mãos deste mestre a minha "versão digital" da maria... (uma desgraçada que nem nome tem apesar de todo o bem que me tem feito) anda com falta de apetite fotografico...
Vagarosamente subi degrau-a-degrau de cada uma daquelas velhas escadas de madeira. O prédio é antigo, e até se chegar ao segundo andar muita madeira há-de ranger. Finalmente lá me deparo com a velhinha e estreita porta de madeira com vidros foscos que pouco nos querem mostrar. O som (ainda que suspenso) de uma campainha deixa antever a minha presença.
Sou imediatamente bem recebida. O "pai" das minhas maquinas reconhece-me,talvez pelas horas que já passou diante dos meus "pequenos tesouros".
Com toda a paciencia, e uma vez mais lá andou de volta dela. Não tinham ainda tido oportunidade de se conhecerem. Ela sem grande vontade para a fotografia lá ia disparando e gravando as fotografias...lá faz aquilo que lhe mandam, mas a má vontade é tanta que o faz bem devagarinho.
A verdade é que desta vez o pai "nao quis" tratar dela, julgando-se incapaz de a compor.
E que triste que fiquei! Nem queria acreditar... depois de horas atras em conversa ter dito a um amigo que mesmo que um dia o "pai" fechasse a loja eu continuaria sempre a bater á sua porta em troca de atenção para com as maquinas... e é um "nao" redondo que acabo de ouvir.
Autentica Maggie depois de um "não" de Frankie.
OK. Altura de por em pratica o plano "B". Explicar ao senhor que não há lugar nenhum onde possa alojar a minha maquina e ter consequentemente um sono descansado. Lugar nenhum onde possa deixa-la tendo a certeza da destreza que irá desempenhar no futuro. Enfim...o choradinho que fez o "pai" mudar de ideias.
Sexta feira é dia de deixa-la entregue e rendida aos cuidados do senhor. E aposto que vem de lá Feliz como todas as suas irmãs.
Enquanto isso espero as vossas sugestoes em busca de um nome catita para ela...coitada que bem mereçe e bem tem trabalhado para tal...
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