Le Violiniste
Cabelos despenteados. Encaracolados. Rebeldes. Aloirados.
Olhar esverdeado e meigo.
Na orelha esquerda uma argola prateada e grossa.
Sorriso maroto com o pormenor magico e encantador do "espaçinho" entre os dois dentes da frente.
As calças são largas e de cor escura, a camisola branca igual ás que se vestem por baixo de "qualquer-coisa" acrescentam-lhe o ar simplista que lhe dá todo o encanto.
Timidamente coloca o violino sobre o ombro esquerdo e começa a tocar-lhe delicadamente como se de uma mulher se tratasse.
A melodia, essa, leva-nos a viajar para bem longe dali, e rapidamente revisitamos Paris. Percorremos cada rua que Amélie percorreu, e fechamos os olhos numa tentativa frustrada de congelar o momento.
No fim, e com um sotaque francês solta um "Obrigado" timido mas consciente da viagem que nos porporcionara.
Continua a tocar e não ve nada mais senao o seu violino. E que voz tão doce as suas cordas teem...
Entre uma musica e outra lá se vai soltando... Alegremente brinda-nos com aquilo que tem de melhor...o seu sorriso.
Ao cair da noite o violino é carinhosamente arrumado no saco e ele faz-se à estrada no seu carro de matricula amarela, em busca de quem tanto goste de o compreender.
Olhar esverdeado e meigo.
Na orelha esquerda uma argola prateada e grossa.
Sorriso maroto com o pormenor magico e encantador do "espaçinho" entre os dois dentes da frente.
As calças são largas e de cor escura, a camisola branca igual ás que se vestem por baixo de "qualquer-coisa" acrescentam-lhe o ar simplista que lhe dá todo o encanto.
Timidamente coloca o violino sobre o ombro esquerdo e começa a tocar-lhe delicadamente como se de uma mulher se tratasse.
A melodia, essa, leva-nos a viajar para bem longe dali, e rapidamente revisitamos Paris. Percorremos cada rua que Amélie percorreu, e fechamos os olhos numa tentativa frustrada de congelar o momento.
No fim, e com um sotaque francês solta um "Obrigado" timido mas consciente da viagem que nos porporcionara.
Continua a tocar e não ve nada mais senao o seu violino. E que voz tão doce as suas cordas teem...
Entre uma musica e outra lá se vai soltando... Alegremente brinda-nos com aquilo que tem de melhor...o seu sorriso.
Ao cair da noite o violino é carinhosamente arrumado no saco e ele faz-se à estrada no seu carro de matricula amarela, em busca de quem tanto goste de o compreender.
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