Like a cat in a bag, waiting to drown,this time I'm comin' down
O raio da inspiração teima na dificuldade da sua exteriorização por palavras.
Hoje era para ter escrito sobre o filme que vi, porque em mim ficou algo que não existia antes da sua absorção. E é este tipo de pensamentos, actos que julgo inacabados, falhados por nao os ter reflectido para o papel que ficam presos, é como as depressoes que não sao exteriorizadas nunca. Elas existem, ficam guardadas em caixinhas que podem até nunca ser abertas, mas estão lá, cheias até não poder mais, quase quase a rebentar, e mesmo não passando para o lado fisico da sua existencialidade, há U outro lado, e esse - nesse reside toda a documentação do ser que a absorveu.
Tudo o que digo, tudo o que penso, tudo o que faço, o que vejo, e o que nao vejo, o que oiço e o que não tento sequer ouvir. Todas as escolhas, todos os filmes, todos os interesses, todas as pessoas. É tudo escolhido mediante essas pequenas coisas, esses pequenos nadas que nos formam como pessoas, essas pequenas coisas que não sendo exteriorizadas fisicamente acabam por tornar-se palpáveis em escolhas, em frases, em textos.
À parte disto, ou não - perguntam-me há dias "eu nao entendo porque fumas essas merdas!? explica-me qual é a sensação? que merda é que sentes que nao consegues sentir de nenhuma outra maneira?"
E isto é uma daquelas pequenas coisas que nos formam, que admira quem nao me conheçe (e como poderá alguem conhecer-me se por vezes até eu sinto essa dificuldade?) .
Como se responde a uma pergunta deste calibre?
Fica-se envergonhado. Mas foda-se, envergonhado com quê? e porquê? Se a vida é minha e dela faço o que quero e o que bem me apetece?
Ok, eu explico. Eu explico que gosto de te surpreender. Explico que com estas merdas que fumo corto mais uma das amarras que me ligam aqueles que não quero ouvir. Que por momentos me separam da realidade. Nao te quero ferir, mas não gosto de me sentir em "casa" (com todos os significados menos obvios que a palavra possa expressar). Amo a Liberdade, e ela reside, apenas e só (infelizmente) no pensamento. E essa liberdade sinto-a a mil à hora, porque estou distante de todos voçes, porque sao poucos os que me entendem, porque passo a outra realidade, aquela onde só entro se quiser, quando quiser, é só "carregar" no on, esperar fazer efeito, e lentamente como que consumindo a pilha de uma lanterna... off.
E aí aterro outra vez junto perante aqueles que me veem tão incompreendida. Aterro porque tem de ser, mas ao aterrar trago comigo novas histórias, novas gentes, novos pensamentos que serão exteriorizados um dia, em actos, pensamentos, observações.
Fotografias.
Hoje era para ter escrito sobre o filme que vi, porque em mim ficou algo que não existia antes da sua absorção. E é este tipo de pensamentos, actos que julgo inacabados, falhados por nao os ter reflectido para o papel que ficam presos, é como as depressoes que não sao exteriorizadas nunca. Elas existem, ficam guardadas em caixinhas que podem até nunca ser abertas, mas estão lá, cheias até não poder mais, quase quase a rebentar, e mesmo não passando para o lado fisico da sua existencialidade, há U outro lado, e esse - nesse reside toda a documentação do ser que a absorveu.
Tudo o que digo, tudo o que penso, tudo o que faço, o que vejo, e o que nao vejo, o que oiço e o que não tento sequer ouvir. Todas as escolhas, todos os filmes, todos os interesses, todas as pessoas. É tudo escolhido mediante essas pequenas coisas, esses pequenos nadas que nos formam como pessoas, essas pequenas coisas que não sendo exteriorizadas fisicamente acabam por tornar-se palpáveis em escolhas, em frases, em textos.
À parte disto, ou não - perguntam-me há dias "eu nao entendo porque fumas essas merdas!? explica-me qual é a sensação? que merda é que sentes que nao consegues sentir de nenhuma outra maneira?"
E isto é uma daquelas pequenas coisas que nos formam, que admira quem nao me conheçe (e como poderá alguem conhecer-me se por vezes até eu sinto essa dificuldade?) .
Como se responde a uma pergunta deste calibre?
Fica-se envergonhado. Mas foda-se, envergonhado com quê? e porquê? Se a vida é minha e dela faço o que quero e o que bem me apetece?
Ok, eu explico. Eu explico que gosto de te surpreender. Explico que com estas merdas que fumo corto mais uma das amarras que me ligam aqueles que não quero ouvir. Que por momentos me separam da realidade. Nao te quero ferir, mas não gosto de me sentir em "casa" (com todos os significados menos obvios que a palavra possa expressar). Amo a Liberdade, e ela reside, apenas e só (infelizmente) no pensamento. E essa liberdade sinto-a a mil à hora, porque estou distante de todos voçes, porque sao poucos os que me entendem, porque passo a outra realidade, aquela onde só entro se quiser, quando quiser, é só "carregar" no on, esperar fazer efeito, e lentamente como que consumindo a pilha de uma lanterna... off.
E aí aterro outra vez junto perante aqueles que me veem tão incompreendida. Aterro porque tem de ser, mas ao aterrar trago comigo novas histórias, novas gentes, novos pensamentos que serão exteriorizados um dia, em actos, pensamentos, observações.
Fotografias.
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