[ E ja tudo pode ser tudo aquilo que parece, na Lisboa que amanheçe ]
A maior e mais bela casualidade de que me lembro... - encontrar-te por entre os carris de um eléctrico já parado. Adoro fazer aquela descida. Pensando bem, vou faze-la mais vezes. quem sabe, para voltar a encontrar-te, ou mesmo para reviver os muitos bons momentos que já ali passei.
Estava uma daquelas noites lindas de verão. quentes. aquelas noites em que corre uma suave brisa agradável. A luz laranja dos candeeiros antigos dá um ar medieval aquele passeio.
Ia feliz, descendo por entre as pedras mais polidinhas. Lembro-me de ter espreitado para dentro do bar que se encontrava do meu lado esquerdo. Á medida que a descida aumenta, aumenta também o meu sorriso de criança. Uma vontade enorme de correr aquela descida com um sorriso incontido nos lábios.
Vejo-te. E nesse preciso momento pára tudo à minha volta.
Nao acreditei, mas eras tu.
E nunca uma criança fez o sorriso que eu fiz.
Estava uma daquelas noites lindas de verão. quentes. aquelas noites em que corre uma suave brisa agradável. A luz laranja dos candeeiros antigos dá um ar medieval aquele passeio.
Ia feliz, descendo por entre as pedras mais polidinhas. Lembro-me de ter espreitado para dentro do bar que se encontrava do meu lado esquerdo. Á medida que a descida aumenta, aumenta também o meu sorriso de criança. Uma vontade enorme de correr aquela descida com um sorriso incontido nos lábios.
Vejo-te. E nesse preciso momento pára tudo à minha volta.
Nao acreditei, mas eras tu.
E nunca uma criança fez o sorriso que eu fiz.

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