o lápis amarelo e os teus caracóis ruivos
Torna-se agora ainda mais complicado. Não pela escrita em si, mas o editar daquilo que escrevo. Aparentemente uma coisa complexamente simples. escrever- despejar. Ainda por cima tendo em conta a fraca plateia. Fraca no sentido numérico, meramente, entenda-se! Mas é assim que gosto, coisas meio clandestinas, escondidas... a fazer lembrar aquele dia em que tive de me socorrer no Adamastor. Dinheiro deitado à rua. Valeu pela amizade do senhor que passeava o cão enquanto enrrolava a ganza da ordem do dia. Atenção! é preciso ter cuidado quando se entra num cruzamento!
Hoje ela chegou e sentou-se. Não estava com o sorriso delicioso que traz estampado dia sim, dia sim. Sentou-se e chorou baixinho, como se estivesse a sofrer os erros que não tiveram consequências. Um pavor que a consumia. Uma tristeza, uma frustração. Lágrimas incontornáveis.
Hoje ele chegou e sentou-se. Estava com o sorriso delicioso que traz estampado na cara dia sim, dia sim. Sentou-se e susurrou-lhe baixinho ao ouvido "Vá lá bébé, deixa-me ir aí". Foi o suficiente para vê-la sorrir o sorriso do dia. sim.
Hoje ela chegou e sentou-se. Não estava com o sorriso delicioso que traz estampado dia sim, dia sim. Sentou-se e chorou baixinho, como se estivesse a sofrer os erros que não tiveram consequências. Um pavor que a consumia. Uma tristeza, uma frustração. Lágrimas incontornáveis.
Hoje ele chegou e sentou-se. Estava com o sorriso delicioso que traz estampado na cara dia sim, dia sim. Sentou-se e susurrou-lhe baixinho ao ouvido "Vá lá bébé, deixa-me ir aí". Foi o suficiente para vê-la sorrir o sorriso do dia. sim.

1 Comments:
:-)... é a consequência do teu post!
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