As aparências...
Disse-me há dias alguem que por aqui passa com alguma frequencia, que quando se está apaixonado é sempre mais fácil escrever. Não sei. Talvez tenha razão.
Hoje o que tenho para escrever.. é um história linda à qual assisti, e da qual se pode tirar uma grande liçao.
Estava à porta do Coliseu, o meu olhar perdido pensava no mesmo de sempre. Sempre o mesmo de sempre.
Os pombos passeavam e debicavam por entre os espaçinhos que separam as pedras da calçada. Alguém passa e deixa cair no chão uma pipoca. Confusão armada.
Para além de todos os pombos que se encontravam no local do crime, mais uma resma deles se faz aproximar, como se de um faro apurado fossem donos. Eu divertia-me. Por breves momentos o meu pensamento estava concentrado no mesmo espaço fisico que eu.
Os pombos tentavam a todo o custo apanhar a enorme pipoca com o bico...mas em vão. E ali estava a pipoca, ora debicada por um, ora debicada por outro e mais outro...mas apesar de dificil, os pombos nao se rendiam, e "acotovelavam-se", tal qual "alguns-tipos-de-mulher" perante o primeiro dia de saldos.
É nesse momento que se faz aproximar um "pardaleco" que de longe observa a luta dos pombos pela pipoca.
[E pensei : "quék tu queres ó pardaléco? nem vale a pena ficares a olhar..."]
Pois é...parece que me ouviu, o raio do passarito. O pardaleco deu um salto, roubou a pipoca e fugiu dali para fora com ela no bico.
Hoje o que tenho para escrever.. é um história linda à qual assisti, e da qual se pode tirar uma grande liçao.
Estava à porta do Coliseu, o meu olhar perdido pensava no mesmo de sempre. Sempre o mesmo de sempre.
Os pombos passeavam e debicavam por entre os espaçinhos que separam as pedras da calçada. Alguém passa e deixa cair no chão uma pipoca. Confusão armada.
Para além de todos os pombos que se encontravam no local do crime, mais uma resma deles se faz aproximar, como se de um faro apurado fossem donos. Eu divertia-me. Por breves momentos o meu pensamento estava concentrado no mesmo espaço fisico que eu.
Os pombos tentavam a todo o custo apanhar a enorme pipoca com o bico...mas em vão. E ali estava a pipoca, ora debicada por um, ora debicada por outro e mais outro...mas apesar de dificil, os pombos nao se rendiam, e "acotovelavam-se", tal qual "alguns-tipos-de-mulher" perante o primeiro dia de saldos.
É nesse momento que se faz aproximar um "pardaleco" que de longe observa a luta dos pombos pela pipoca.
[E pensei : "quék tu queres ó pardaléco? nem vale a pena ficares a olhar..."]
Pois é...parece que me ouviu, o raio do passarito. O pardaleco deu um salto, roubou a pipoca e fugiu dali para fora com ela no bico.

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